sexta-feira, outubro 19, 2007

Finalmente, a Simbiose



Havia ali um silêncio de coisas mortas, da antíquissima presença humana. Sentia-se o fervilhar de uma actividade inútil - um formigueiro de vozeares apressados, passos secos de madeira sobre a tijoleira, depois abafados pelo cimento, embrenhando-se no ruído das máquinas, trabalhando...fumo.

Emergindo do tempo, novas necessidades compuseram a loucura. O reaproveitamento do espaço fez que homem e máquina encontrassem, finalmente, a simbiose.
Enviar um comentário